sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Avanços na educação da comunidade surda



Avanços na educação da comunidade surda
O reconhecimento da LIBRAS como primeira língua da comunidade de surdos está amparada pela Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. A Lei foi criada devido à luta pela conquista de direitos dos surdos em espaços de cidadania a exemplo de: escola, sociedade, igreja e outros que os levem a adquirir independência.                                                            
A inclusão leva a reconhecer a importância das LIBRAS no âmbito escolar, profissional e da sociedade em geral. Em estudos realizados apontam às contribuições da lei 10.436 essas contribuições se tornaram necessários para dar sustentabilidade às nossas análises, e em particular, à importância da língua de sinais para o surdo, dentro do contexto social, profissional e educacional. Assim, baseada no levantamento bibliográfico e nos objetivos propostos, foi possível perceber que esta lei é de grande importância, pois traz parâmetros para o desenvolvimento no processo de aprendizagem do sujeito surdo.                                                                                           
A discussão sobre o tema da Lei de Libras é de sumária importância para a uniformização de uma sociedade democrática de direito. Ao se realizar uma analise precisa das atuações da lei de Libras, e sua vigência e aplicabilidade observou-se que apesar dos impásseis com respeito às diferenças os desafios á atuação educacional das Libras estão sendo superados e enfrentados de forma eficaz.                                                    
 A gestão educacional pontuada para resultados eficazes passa pelo ensino e vivencia cotidiana, deparando-se no contexto analisado com professores que buscam sempre dar o melhor para seus alunos com a consciência de melhorar a técnica de ensino de Libras numa abordagem de qualificação, ao aperfeiçoamento a fim de que realize sua função da melhor maneira com o intuito de melhores resultados do educando.                      
Espera-se que no futuro o valor das pessoas surdas, seja ainda mais reconhecido além de que a atuação atualmente delimitada ao contexto dos surdos ainda possa ser mais efetivada de forma global e irrestrita. Que não fique somente nas legislações, posto que os mesmos já perdessem muito do seu tempo sendo segregados durante anos a fio em escolas especializadas, que só serviram de pano de fundo para a grande discriminação que assola o país, além de não acrescentar nada ao processo de desenvolvimento do surdo enquanto pessoa ou como cidadão.   
Referencias Bibliograficas
ARAÚJO, Laine Reis; INCLUSÃO SOCIAL DO SURDO: Reflexões Sobre as Contribuições da Lei 10.436 á Educação, aos Profissionais e á Sociedade Atual; 07/08/2012 Disponível em: http://www.egov.ufsc.br/portal/conteudo/inclus%C3%A3o-social-do-surdo-reflex%C3%B5es-sobre-contribui%C3%A7%C3%B5es-da-lei-10436-%C3%A1-educa%C3%A7%C3%A3o-aos-profissi Acesso em: 14 de agosto de 2014.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Aterro sanitário



Aterro sanitário
Conceitualmente, o Aterro Sanitário é um processo utilizado para a disposição de resíduos sólidos no solo, particularmente do lixo domiciliar, que fundamentado em normas operacionais específicas, bem como, baseado e amparado em critérios e métodos de engenharia, permite uma confinação segura, em termos de controle de poluição ambiental e proteção da saúde pública.
Um aterro sanitário apto a realizar a codisposição de resíduos sólidos industriais inertes e não inertes com resíduos sólidos domiciliares, caracteriza-se por possuir:

    Condições hidrológicas favoráveis;

    Sistema de impermeabilização da base do aterro sanitário (linear);

    Sistema de drenagem sub-superficial de líquidos percolados;

    Sistema de drenagem vertical de gases;

    Tratamento de líquidos percolados (água + chorume);

    Equipamentos adequados para compactação e cobertura diária dos resíduos sólidos dispostos na frente da operação, de forma a evitar vetores transmissores de doenças e reduzir infiltrações de águas pluviais na massa de resíduos, bem como realizar obras de infra- estrutura necessária;

    Controle, pesagem e manifesto de cargo dos resíduos sólidos dispostos;

    Análises físico-químicas, ensaios de solubilização e lixiviação de resíduos sólidos domiciliares, industriais inertes e não inertes, de forma a caracterizar os resíduos dispostos;

    Sistema de drenagem de águas pluviais;

    Sistema de monitoramento hidrogeológico de efluentes, águas subterrâneas e corpos hídricos próximos ao empreendimento;

    Mão de obra qualificada para administrar, operar e dar manutenção ao empreendimento;
1º ETAPA- ESTUDO CONCEITUAL: Nesta etapa, a dimensão do porte do aterro sanitário a ser instalado bem como a sua vida útil determinam o custo econômico do EPIA/RIMA.
2º ETAPA- ESTUDO BÁSICO: Nesta etapa é feita a seleção e caracterização do local para o aterro sanitário. Serão informados os elementos do projeto básico, os sistemas de drenagem de águas pluviais, a produção de chorume e a sua drenagem, remoção e tratamento, a produção de biogás e seu sistema de drenagem e destino final, o sistema de impermeabilização superior e inferior do aterro, a definição das unidades de apoio administrativo, a posição do aterro de emergência e resíduos especiais e a fixação dos parâmetros do projeto executivo do aterro. Importantíssimo nesta etapa é a escolha do local para a implantação do aterro, quando na seleção do terreno, deverá ser considerado o suficiente afastamento das zonas habitadas, conservando, entretanto, certa proximidade do centro de massa da coleta de resíduos sólidos.
Isto significa que na escolha do local devem ser atendidas as características ideais ao:
·         Meio físico como hidrogenia, direção dos ventos, relevo do terreno, precipitação pluviométrica, caracterização geológica e geotécnica, umidade relativa;
·         Meio biótico - como a fauna, a flora e o zoneamento ambiental;
·         Meio antrópico - como a demografia e estruturas urbanas, econômicas e viárias - interreferênciais.
MÉTODO DA TRINCHEIRA: O método da trincheira é usado em terrenos planos, onde são feitas escavações no solo, com largura variável entre 10m e 30m e profundidade aproximada de 3m. O material escavado é estocado, para posterior utilização como material de cobertura
MÉTODO DA ÁREA: O método da área é utilizado em zonas baixas, aonde não existe possibilidade de aproveitamento do solo local, para material de cobertura.
MÉTODO DA RAMPA: O método da rampa consiste no aterro feito com o aproveitamento de um talude, natural ou construído, onde o lixo é compactado de encontro a este talude. O material de cobertura é retirado por escavação feita na própria frente de trabalho.
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3º ETAPA - PROJETO EXECUTIVO: Esta fase aborda a concepção e a justificativa do projeto, com o organograma de todos os dimensionamentos e critérios e a fixação e previsão de todos os passos essenciais e necessários à conclusão do mesmo. Contempla o dimensionamento dos elementos do projeto executivo do aterro, o dimensionamento de águas pluviais e superficiais, na drenagem e tratamento final do chorume e do biogás, da especificação dos equipamentos operacionais, de pessoal, de transporte, fixação de critérios operacionais do aterro sanitário e controle tecnológico, previsão do futuro uso do local, tipos de monitoramento, estimativas de custos e cronograma físico-financeiro.
Critérios Operacionais Exigidos:
·         Primeira etapa - Descarga do lixo ao pé da rampa;
·         Segunda etapa - Disposição do lixo em camadas de aproximadamente 60 cm de espessura;
·         Terceira etapa - Compactação do lixo com trator passando de 3 a 5 vezes sobre as camadas do lixo disposto na 2º etapa;
·         Quarta etapa - Cobertura do lixo compactado com terra, operando com o trator de baixo para cima;
·         Quinta etapa - Cobertura do lixo compactado com terra, operando com o trator de baixo para cima;

Referencias
Aterro sanitário disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA8a8AD/aterro-sanitario Acesso em: 17 de julho de 14.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O fracasso do 1° ano do ensino médio (proposta de melhoramento).

O fracasso escolar é, sem dúvida, um dos mais graves problemas com o qual a realidade educacional brasileira vem convivendo há muitos anos. Sabe-se que tal ocorrência se evidencia praticamente em todos os níveis de ensino do País. Todavia, incide com maior frequência nos primeiros anos da escolarização.
A nosso ver o fracasso escolar é uma dura realidade com a qual convivemos há muitas décadas, porém, é um mito, muito bem engendrado, o fato de não conseguirmos dar conta dele.
Para Damiani (2006) é necessário que os professores avaliem a influência tanto de suas concepções quanto de suas práticas e o papel representado pelo discurso pedagógico que predomina em suas escolas sobre o desempenho de seus estudantes. Nessa direção, Bonadiman et al. (2009) constatam que os professores avaliam os alunos conforme percepções circundantes à escola, provenientes na cultura e no senso comum. Segundo Crahay (2007) a redução do tamanho da classe e o recurso aos grupos com necessidades específicas de aprendizagem contribuem positivamente para o aprendizado dos alunos fracos. Desta forma a estratégia de estudos em  grupo extraclasse apresenta se como um importante aliado na redução do fracasso escolar.

Desta forma pode amenizar um pouco o fracasso do aluno mais alternativo e conversar com o aluno e explicar que será trabalhado de uma forma diferente com a fim de que ele venha acompanha a serie que ele esta cursando.
Bonadiman H.L ;Carrara D.S ;Lopes P. M.A ;Morais A R ;Rocha R L ;Bonadiman R. L ;R.C.V; A redução do fracasso escolar através de atividades extra-curriculares: os dois lados da moeda;Acesso em 17 de março 2014.
 

O fracasso Escolar no Ensino Medio

O fracasso do 1° ano do ensino médio

Há muito tempo, o fracasso escolar tem gerado preocupações no campo educacional e, embora existam várias pesquisas que abordam o assunto, o problema persiste e continua fazendo suas vítimas ano após ano.
O termo fracasso escolar aponta para a ideia de que o objetivo estabelecido para a educação, que é a apropriação do conhecimento não foi atingido, ou, foi atingido parcialmente. A escola não pode ignorar este fato, pois é o local onde se processa o ensino e a aprendizagem dos alunos com suas histórias de vida, culturas, dificuldades sociais, enfim, com suas especificidades e necessidades e, se por algum motivo não obtiveram êxito neste processo, não devem ser responsabilizados como únicos culpados pela situação apresentada.
Qual é o papel da escola diante desta situação? Ignorar a realidade ou buscar um olhar diferente para a solução do problema evitando assim, o julgamento futuro de que os alunos abandonam os estudos ou passam por reprovações porque não se esforçaram o suficiente para desenvolver suas potencialidades?
 Portanto, refletir sobre a realidade do aluno, sobre os seus problemas é compromisso de todos os envolvidos no processo educativo, criando possibilidades de aprendizagem e de superação dos conflitos, a fim de romper com o estigma do aluno como o “único” culpado pelo seu fracasso.
Mussoi1 S. V ;Neves I C; O FRACASSO ESCOLAR NA PRIMEIRA SÉRIE DO ENSINO MÉDIO: UMA PROPOSTA DE SUPERAÇÃO. Disponível em:http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/2435-8.pdf Acesso em: 17 de março 2014.